quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O Cultivo do Solo

E eis que a videira [...] em boa terra, à borda de muitas águas, estava [...] plantada, para produzir ramos, e dar frutos, e ser excelente videira. Ezequiel 17:7, 8


O sistema do dízimo foi instituído pelo Senhor como o melhor arranjo para ajudar as pessoas a executarem os princípios da lei. Se essa lei fosse obedecida, às pessoas seria confiada toda a vinha, toda a terra. [...]

Os seres humanos deviam cooperar com Deus na restauração da saúde da doentia terra, para que esta rendesse louvor e glória ao Seu nome. E conforme a terra que possuíam, se manejada com habilidade e zelo, produzisse seus tesouros, de igual modo seus corações, se controlados por Deus, refletiriam Seu caráter. [...]

Nas leis que Deus deu para o cultivo do solo, Ele estava dando ao povo a oportunidade de vencer o egoísmo e pensar nas coisas celestiais. Canaã seria para eles como o Éden se obedecessem à palavra de Deus. Através deles o Senhor planejava ensinar todas as nações do mundo como cultivar o solo para que produzisse fruto saudável, sem doenças. A terra é a vinha do Senhor, e deve ser tratada conforme o Seu plano. Os que cultivavam o solo deviam perceber que estavam fazendo a obra de Deus. Estavam em seu terreno e lar exatamente como os homens chamados para ministrar no sacerdócio e na obra associada ao tabernáculo. Deus disse ao povo que os levitas eram um presente para eles e, não importava qual a sua ocupação, deviam ajudar a sustentá-los (SDABC1, p. 1112).

Por desobediência a Deus, Adão e Eva perderam o Éden, e por causa do pecado toda a Terra foi amaldiçoada. Mas se o povo de Deus seguisse as instruções, sua terra seria restaurada à fertilidade e beleza. Deus mesmo lhes dera ensinos quanto à cultura do solo, e deveriam cooperar em sua restauração. Assim, toda a Terra, sob a direção de Deus, se tornaria uma lição objetiva da verdade espiritual. Assim como, em obediência às leis naturais, a terra deve produzir seus tesouros, da mesma forma, como em obediência à Sua lei moral o coração do povo deveria refletir os atributos de Seu caráter em obediência à Sua lei moral. Até os pagãos reconheceriam a superioridade dos que servem e adoram o Deus vivo (PJ, p. 289).

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