domingo, 1 de novembro de 2009

Podemos Vencer

Sacia-nos de madrugada com a Tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias. Salmo 90:14


Caso o povo de Deus reconhecesse Sua maneira de lidar com eles, e Lhe aceitassem os ensinos, encontrariam caminho reto para seus pés, e uma luz para guiá-los por entre as trevas e o desânimo. Davi aprendeu sabedoria do trato de Deus para com ele, e curvou-se humildemente sob o castigo do Altíssimo. O quadro fiel de sua verdadeira condição, feito pelo profeta Natã, deu a Davi o conhecimento dos próprios pecados, e ajudou-o a afastá-los de si. Aceitou humildemente o conselho, e humilhou-se diante de Deus. “A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma”, exclama ele (Sl 19:7).

Os pecadores arrependidos não têm motivo de desesperar-se por lhes serem lembradas suas transgressões e serem advertidos do perigo em que se encontram. Esses próprios esforços em seu favor indicam quanto Deus os ama e deseja salvá-los. [...]

Deus é tão poderoso hoje para salvar do pecado como o era nos tempos dos patriarcas, de Davi, e dos profetas e apóstolos. A multidão de casos registrados na história sagrada em que o Senhor livrou Seu povo das iniqüidades deles deve tornar os cristãos de hoje ansiosos de receberem as instruções divinas e zelosos de aperfeiçoarem um caráter que suporte a íntima inspeção do juízo.

A história bíblica sustém o coração desfalecido com a esperança da misericórdia de Deus. Não precisamos desesperar quando vemos que outros têm lutado através de desânimos semelhantes aos nossos, e caíram em tentações da mesma maneira que nós, e não obstante reconquistaram o terreno e foram abençoados por Deus. As palavras da inspiração confortam e animam a pessoa errante.

Se bem que os patriarcas e os apóstolos fossem sujeitos às fragilidades humanas, obtiveram, pela fé, boa reputação, combateram seus combates na força do Senhor, e venceram gloriosamente. Assim, podemos confiar na virtude do sacrifício expiatório, e ser vencedores no nome de Jesus. A humanidade é a humanidade em todo o mundo, desde os tempos de Adão, até a geração atual; e o amor de Deus é, através de todos os séculos, um amor incomparável (T4, p. 14, 15).

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