terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Objetivo da Escola Sabatina

A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. João 3:3


O professor da Escola Sabatina deve ser um obreiro juntamente com Deus, cooperando com Cristo. Não se contente com uma religião inerte e formal. O objetivo da Escola Sabatina deve ser a conquista de pessoas. A ordem do trabalho pode ser irrepreensível; as instalações, tudo quanto se possa desejar; mas se as crianças e jovens não forem levados a Cristo, a escola será um fracasso, pois, a menos que as pessoas sejam atraídas a Cristo, tornam-se mais e mais incapazes de serem influenciadas por uma religião formal.

O professor deve cooperar ao bater à porta do coração dos que necessitam de auxílio. Se os alunos atendem à influência do Espírito e abrem a porta do coração para que Jesus possa entrar, Ele lhes abrirá o entendimento para compreenderem as coisas de Deus. É simples o trabalho do professor, mas, se for feito no Espírito de Jesus, a operação do Espírito de Deus o tornará profundo e eficiente.

Deve-se fazer muito mais trabalho pessoal na Escola Sabatina. A necessidade dessa espécie de atividade não é reconhecida e apreciada como deveria ser. Com o coração cheio de gratidão pelo amor de Deus, deve o professor trabalhar terna e fervorosamente pela conversão de seus alunos.

Que evidência podemos dar ao mundo de que o trabalho da Escola Sabatina não é mera pretensão? Será julgado pelos seus frutos. Será estimado pelo caráter e obra dos alunos. Em nossas Escolas Sabatinas devem-se confiar responsabilidades aos jovens, para que desenvolvam sua capacidade e obtenham poder espiritual.

Entreguem-se os jovens primeiramente a Deus e depois, já nos princípios de sua vida cristã, sejam ensinados a ajudar os outros. Esse trabalho lhes exercitará as faculdades, habilitando-os a aprender, a planejar e executar seus planos para o bem de seus companheiros. Procurem eles a companhia dos que necessitam de auxílio, não para se entregarem a fúteis conversações, mas para representarem o caráter cristão, para colaborarem com Deus, conquistando os que não se entregaram a Ele (CES, p. 61, 62).

Nenhum comentário: